Admito que sou uma pessoa complicada. Tenho uma insegurança inexplicável e o medo de perder me aterroriza. Preciso que as pessoas demonstrem a cada minuto o que sentem por mim. Eu espero demais dos outros, espero atitudes que eu mesma teria. Quando sinto saudade, é de criar um buraco no peito e de doer, muito. Meu orgulho é ridiculamente estúpido, e minha teimosia é persistente. A intensidade vive dentro de mim, sempre desregulada. Comigo é tudo ou nada, quente ou frio, não existe meio termo na minha vida. Meu sentimentalismo talvez seja um grande defeito. Ou uma grande qualidade, quem sabe. Tenho um coração enorme, que é sempre capaz de perdoar e seguir em frente. Mas infelizmente, tenho uma ótima memória pra guardar o que me fizeram de ruim. Sem ressentimentos, mas guardo só por precaução. Desconfio da minha própria sombra. Quando me apaixono, me entrego de corpo e alma. Tenho meio que um complexo de culpa, sempre acho que alguém tá bravo comigo ou eu fiz algo de errado. Sou ansiosa, preguiçosa, sensível, possessiva, irônica, exagerada, perfeccionista. É, acho que é só isso.
Se o homem realmente gosta, ele vai até o inferno por você. Ele vai sim, e ainda abraça o capeta se for preciso. Sabe por quê? Porque homens são previsíveis, se eles querem eles querem, se não querem, não querem. A raça dos homens não é complexa igual a nós mulheres, que sempre temos dúvidas, que sempre analisamos, pensamos, colocamos mil problemas e tal. Homem é tudo igual. Eu sei é clichê, mas é a mais pura verdade. Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, tempo, futebol, estudo, mãe, unha encravada, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, temporal, falta de dinheiro que o impeça de estar com você. É simples. É a realidade.
Mc Donalds custava R$ 4,50. Meninas de 11 anos brincavam de boneca, meninos de 12 anos assistiam a Cavaleiros do Zodíaco. As músicas tinham coreografia. Tênis de luzinha era essencial, Kinder Ovo era 1 real. Maquiagem era coisa de gente grande. Pra saber da vida de alguém só lendo os cadernos de perguntas que fazíamos. Crianças tinham tamagoshi e não Celular. Merthiolate ardia. Gameboy era questão de status. Se você também teve essa INFÂNCIA Reblog.
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